Doença de Peyronie em Recife — o essencial
A doença de Peyronie caracteriza-se pela formação de placa fibrosa na túnica albugínea dos corpos cavernosos, cursando com curvatura peniana em ereção, encurtamento, dor e, em parcela dos casos, disfunção erétil. A evolução tem fase inflamatória aguda e fase estável — cada uma com estratégia terapêutica específica. Na prática clínica do Dr. Dimas Antunes, urologista titular da SBU (TiSBU) em Recife, o quadro costuma se manifestar por curvatura peniana em ereção, dor durante ereção (fase aguda), encurtamento peniano, placa palpável na haste. A conduta é organizada em 3 etapas — diagnóstico e fotodocumentação, tratamento na fase aguda, cirurgia na fase estável — sempre definidas após avaliação individual, exame físico dirigido e exames complementares. Avaliação clínica com fotos em ereção, goniometria e ultrassonografia com Doppler dinâmico definem grau de curvatura, extensão da placa e comprometimento vascular associado. O acompanhamento é feito em consulta particular na Clínica CURAR, na Boa Vista, em Recife (PE), com priorização de técnicas minimamente invasivas e retorno precoce às atividades. Sintomas isolados não estabelecem diagnóstico: a decisão terapêutica depende de avaliação médica presencial.
| O que é | Placa fibrosa que acarreta curvatura peniana, dor em ereção e impacto funcional — tratamento orientado por fase da doença. |
|---|---|
| Sinais mais comuns | Curvatura peniana em ereção · Dor durante ereção (fase aguda) · Encurtamento peniano · Placa palpável na haste |
| Como investigamos | Diagnóstico e fotodocumentação |
| Opções de tratamento | Tratamento na fase aguda · Cirurgia na fase estável |
| Especialidade | Cirurgia Peniana · Dr. Dimas Antunes (TiSBU) |
| Onde é feito | Clínica CURAR — Boa Vista, Recife (PE) |
O que é doença de Peyronie?
A doença de Peyronie caracteriza-se pela formação de placa fibrosa na túnica albugínea dos corpos cavernosos, cursando com curvatura peniana em ereção, encurtamento, dor e, em parcela dos casos, disfunção erétil. A evolução tem fase inflamatória aguda e fase estável — cada uma com estratégia terapêutica específica.
0–9%
0–60 anos
≥ 12 meses
Como reconhecer
Curvatura peniana em ereção
Dor durante ereção (fase aguda)
Encurtamento peniano
Placa palpável na haste
Dificuldade na penetração
Disfunção erétil associada
Sintomas isolados não estabelecem diagnóstico. A avaliação clínica individualizada orienta a investigação e o tratamento.
Conduta
e tratamento
Protocolo estruturado em três etapas — da investigação diagnóstica ao tratamento definitivo, sempre individualizado ao perfil do paciente.
Diagnóstico e fotodocumentação
Avaliação clínica com fotos em ereção, goniometria e ultrassonografia com Doppler dinâmico definem grau de curvatura, extensão da placa e comprometimento vascular associado.
Tratamento na fase aguda
Injeções intralesionais (colagenase ou verapamil), tração peniana e iontoforese são indicados na fase inflamatória para reduzir dor e estabilizar a progressão da placa.
Cirurgia na fase estável
Plicaturas albugíneas, incisão/excisão da placa com enxerto e, em casos com DE severa associada, implante peniano — selecionados conforme grau de curvatura, comprimento funcional e função erétil.
Dúvidas mais comuns
Sim — com manejo adequado. A fase aguda pode ser controlada clinicamente; na fase estável, a correção cirúrgica resolve curvaturas severas com alto índice de satisfação.
Não. A correção cirúrgica requer ao menos 12 meses de estabilidade da placa, garantindo resultado duradouro sem risco de progressão pós-operatória.
Sim. Até 20–40% dos pacientes apresentam DE associada, por disfunção veno-oclusiva dos corpos cavernosos. Avaliação combinada é essencial no planejamento terapêutico.
Avalie o seu caso com o Dr. Dimas.
Placa fibrosa que acarreta curvatura peniana, dor em ereção e impacto funcional — tratamento orientado por fase da doença. Agende uma avaliação com o Dr. Dimas Antunes na Clínica CURAR, em Recife, e receba um plano de conduta construído a partir do seu diagnóstico.




